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sábado, 12 de março de 2011

Esse final de semana, no blog!


Vocês poderão ler os 3 primeiro capítulos de Ascensão.

Ainda essa semana, o livro publicado, em formato impresso e e-book. 

Aguardem as novidades!

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Leia os primeiros capítulos de "A Origem"

Então não precisa mais esperar.

O site oficial { www.osegredodeesplendora.com.br } da série O Segredo de Esplendora tem o prólogo e os três primeiros capítulos do livro "A Origem" para leitura online. 

{ CLIQUE AQUI } para  ler os capitulos!

Em breve, teremos os teasers de "Ascensão", que será publicado no dia 12 de março de 2011 (sim, adiantamos a data!!)

quarta-feira, 3 de novembro de 2010


[...] _Ora vejam. - Henry surpreendeu-se. - Você não sabe o que é.

_Isso não foi uma pergunta. - Heather torceu os lábios.

_Claro que não, foi uma constatação. Eu imaginei que você tivesse ciência de que não é humana.

Heather deu uma risada. A conversa tomara um rumo inesperado. Ela não costumava temer bandidos ou infratores da lei, nem mesmo os mais perigosos. Não tinha medo, e aquela atitude sempre a expunha a situações limite. Mas aquele maníaco não parecia que lhe faria mal imediato, então Heather acabou se envolvendo com o assunto – que parecia tão ilógico quanto tudo que estava acontecendo naquela noite.

_Céus, eu preciso acordar. - Ela levantou-se e colocou as duas mãos na cabeça, pressionando o lobo temporal com força. - Eu preciso acordar, e tem que ser agora. É muita coisa para uma noite só. Primeiro eu vejo um Anjo em meu quarto, depois sou atacada pelo maníaco mais atrapalhado que existe; e agora estou dialogando com um vampiro que me diz que eu não sou humana! O que é isso; é a natureza se vingando do meu ceticismo? Só pode ser, estou sendo castigada por ser tão descrente. [...] 

domingo, 17 de outubro de 2010

A varanda da hospedaria

Muitos momentos interessantes da história se passam na varanda da hospedaria onde Henry mora. Os livros descrevem, esporadicamente, detalhes da decoração do espaço.


E foi daquele jeito que ele encontrou o Anjo em sua varanda. Anjo, literalmente. Heather estava distraída, observando a estrutura, e não notou a aproximação felina do vampiro. Ele demorou um pouco a acreditar que fosse ela, principalmente porque ele esperava que não fosse ver Heather novamente. Não tão rapidamente; ele jurava que a tinha assustado bastante. Não queria assustá-la, mas acreditava fielmente que o tinha feito. E lá estava ela, reluzindo como o sol de verão, iluminada pela luz artificial que a fazia ainda mais pálida e impressionante. “Como Stuart, sem ter nada de Stuart.” ele sussurrou para si mesmo.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Heather parou e encarou o vampiro que a observava falar. Ele vestia apenas as calças de tecido bege, sem camisa e descalço. Ela então pode vê-lo, e enxergá-lo à luz. Henry no observatório estava na penumbra, e parecia feito de prata, iluminado pelo luar. Henry em seu quarto parecia uma sombra, ela não conseguia vê-lo, apenas tocá-lo. E naquele momento ele parecia tão real, e tão humano. Ela jamais poderia dizer que ele era um vampiro se não soubesse. O peito definido como se ele costumasse exercitar-se, permeado com fios escuros, em quantidade suficiente, que desciam por toda a extensão de seu tórax até a barriga, desaparecendo cuidadosamente no cós da calça; os braços estendidos e também definidos; os pés perfeitamente desenhados, meio escondidos pelo corte impecável da bainha; os olhos negros profundos e vívidos, que expressavam toda a ansiedade que ele sentia; os lábios pálidos de desenho, que não estavam tão pálidos naquele momento, e que se retorciam enquanto as mãos estavam guardadas nos bolsos; os cabelos da mesma cor dos olhos, tão escuros quanto a noite sem estrelas, levemente ondulados com uma ou duas mechas a caírem por sua testa lisa. Heather considerou se ele era mesmo real, porque ela não conseguia imaginar alguém real sendo tão Henry.

domingo, 26 de setembro de 2010

Ela sentou-se na cadeira de observação, puxou para si o telescópio e ajeitou o foco. O mundo que ela conhecia então se abriu diante de seus olhos. Por um instante, a Terra pareceu um lugar desconhecido e as estrelas eram familiares. Heather não pode evitar pensar se Esplendora era uma estrela; se o lugar que Mills chamava de casa estaria por ali, iluminando a noite dos mortais.

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